
Em coletiva realizada ontem (13), no escritório da pré-candidata ao Senado, Marília Arraes, O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, evitou cravar se com a filiação, ela deve comandar o partido em Pernambuco, mas indicou que a ex-deputada terá voz ativa nessa construção. “Necessariamente, não assume o partido. Nós temos que fazer de um todo sobre isso. […] A Marília vai ter um papel decisivo nessa decisão”, afirmou.
Clique aqui, inscreva-se e ative o sininho.
No ano passado, Lupi assumiu como presidente estadual para resolver questões burocráticas, como prestações de contas que estão vencidas desde 2012. Ele evitou responsabilizar o ex-deputado Zé Queiroz e o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz de terem cometido ingerência na condução partidária. A dupla passou mais de duas décadas no comando do partido, que encolheu muito nas últimas eleições, se tomando praticamente inexistente no estado.
“Isso é uma consequência da realidade do fim das coligações para proporcional. Até 2018, tinha que fazer coligação para deputado federal e estadual, hoje já não pode mais. Então, isso dificultou muito, aqui no estado de Pernambuco, especificamente, o crescimento do partido e a eleição de deputados e vereadores”, avaliou.
Lupi fez uma boa referência de Zé e Wolney, afirmando que espera continuar com os dois filiados ao PDT.
“Espero que eles continuem. É o único partido da vida deles, fui lá em Caruaru, fizemos a campanha do Zé, ajudamos no que pudemos. Wolney hoje é ministro depois de ser meu secretário, eu que escolhi ele para ser secretário, depois o presidente pediu que ele continuasse como ministro. Então, todo o prestígio possível que eu tive para dar aos dois, eu dei, agora eu não tenho capacidade de nomear ninguém eleito deputado, eleito prefeito, isso é o povo quem decide. A nossa relação é muito boa e eles têm me falado, reiteradas vezes, que não saem do partido”, finalizou Carlos Lupi.












