Economia

Emprego formal cresce pelo 8º mês seguido no Recife, aponta Caged

Redação
Foto: Hélia Scheppa

O Recife criou, em agosto, 3.424 empregos com carteira assinada, marcando o oitavo mês consecutivo de saldo positivo na geração de empregos formais. O resultado coloca a capital pernambucana no segundo lugar no saldo gerado entre as capitais nordestinas, atrás apenas de Fortaleza, que criou 4.878 postos. No acumulado de janeiro a agosto, são 16.427 novos empregos formais, o equivalente a quase 50% de todas as vagas geradas em Pernambuco no período (36.874). Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta terça (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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“O emprego é consequência de uma economia que funciona e de um ambiente em que o setor privado encontra segurança para investir, empreender e contratar, mas que também se traduz no maior volume de investimentos públicos da cidade e que se materializam em obras para a população. Nosso trabalho é fortalecer esse ambiente de negócios, reduzir barreiras, melhorar os serviços públicos e criar condições para que as empresas possam crescer. O resultado do Recife mostra que estamos avançando e vamos seguir fortalecendo a relação com o setor privado para criar cada vez mais condições para gerar emprego e renda na cidade”, destacou o prefeito Victor Marques (PCdoB).

O desempenho reforça o peso da capital na dinâmica econômica de Pernambuco. O Recife responde por quase metade de todos os empregos formais criados no Estado em 2026, consolidando sua posição como principal polo de serviços, negócios, investimentos e oportunidades de trabalho. O número também contribuiu para o estoque de empregos formais da cidade: hoje, são 568.571 vínculos ativos no Recife.

O saldo positivo de agosto foi resultado de 22.230 admissões e 18.806 desligamentos no Recife, com o setor de Serviços responsável por 2.524 novos empregos formais. A Construção Civil também apresentou desempenho expressivo, com 696 novos postos de trabalho com carteira assinada em agosto. Na sequência, aparecem o Comércio, com 184 empregos criados, e a Agropecuária, com 26 novos postos.