
Nesta quarta (14), a Executiva Nacional do PDT, presidida por Carlos Lupi, informou que houve uma convocação para a realização de uma convenção no próximo dia 27 de outubro, dois dias após o segundo turno, para tratar da possibilidade de formar uma federação ou participar de uma fusão partidária.
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As informações são da reportagem da CNN. De acordo com Lupi, a discussão se deu após o partido ficar abaixo da cláusula de barreira nas eleições de 2026, o que vai comprometer o acesso da sigla ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão.
A convenção está marcada para acontecer na sede da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, no centro do Rio de Janeiro, em formato híbrido. Deverão participar os membros do Diretório Nacional e do Conselho Político Nacional, presidentes de movimentos partidários, senadores, deputados federais e presidentes das comissões provisórias estaduais.
Em pauta, o partido especificou que serão tratados “a análise da conjuntura nacional, o debate sobre possível federação, incorporação ou fusão com outras agremiações partidárias, bem como a delegação para a Executiva Nacional do PDT efetivar os partidos ou federação da qual o PDT participará”.
O PDT elegeu seis deputados federais: dois pelo Amapá e um na Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A legenda não alcançou nenhum dos dois critérios que permitem superar a cláusula de desempenho.
Nas eleições deste ano, uma das alternativas era obter ao menos 2,5% dos votos válidos nacionais para deputado federal, mas o partido recebeu apenas 1,64%. Além disso, a medida prevê um mínimo de 1,5% em pelo menos nove unidades da Federação. A alternativa era eleger 13 deputados, também distribuídos por pelo menos nove unidades.
