
Embora tenha escapado da cláusula de barreira, o Partido Socialista Brasileiro elegeu apenas 15 deputados federais, número bem inferior às 25 cadeiras que o presidente nacional da legenda, João Campos, projetava conquistar na Câmara.
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Tendência entre partidos que não desejam se tornar nanicos, o PSB aprovou, em reunião da executiva nacional, uma resolução que autoriza a direção do partido a conduzir as tratativas políticas e jurídicas para a realização de uma fusão ou federação com outras legendas.
O movimento dialoga também com o fortalecimento do campo da esquerda e com a sobrevivência política da própria sigla, tendo em vista que, nestas eleições, partidos como o PDT e as federações PSOL/Rede e Renovação Solidária (PRD e Solidariedade) não conseguiram atingir pelo menos um dos requisitos de desempenho da cláusula.
Durante reunião realizada nesta quarta (14), em Brasília, comandada pelo presidente do partido, João Campos, e demais lideranças, ele chegou a enaltecer o partido de forma geral pelos resultados das eleições deste ano, avaliando um bom crescimento diante do cenário, que classificou como “avanço do conservadorismo”.
O PSB foi o único partido do campo progressista a ampliar sua representação no Senado. Nos legislativos estaduais, a sigla garantiu a segunda maior representatividade do seu campo político, elegendo 42 deputados em 11 estados.
