
A Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal de Vitória de Santo Antão, realizou 624 atendimentos entre julho e setembro de 2026, segundo informou a gestão. No período, cerca de 303 mulheres em situação de violência doméstica foram acompanhadas, com ações de monitoramento, rondas e apoio presencial em delegacias e serviços de saúde.
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O relatório trimestral registrou 22 relatos de importunação, ameaça ou medo, apontando a necessidade de reforçar as rondas e o acompanhamento. Entre as intervenções, estão o apoio para exames no Instituto de Medicina Legal (IML), o acompanhamento em casos de ameaça e o auxílio para retirada de pertences em locais com presença do agressor.
Em 471 atendimentos, cerca de 75% do total, os registros indicaram situação de normalidade e cumprimento da medida protetiva. O balanço também aponta que a grande maioria das assistidas solicita a continuidade das rondas.
Dos 624 atendimentos, 591 ocorreram de forma remota e 33 presencialmente, incluindo rondas, escoltas e acompanhamento em serviços da rede de proteção. Bela Vista 1, Maués e Alto José Leal estiveram entre os bairros com maior volume de atendimentos.

