Álvaro Porto reforça urgência da Lei Orgânica da Polícia Civil

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Por Redação
28 de janeiro de 2026 às 14h20min
Foto: Giovanni Costa

Em encontro com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), Áureo Cisneiros, e o presidente da Associação dos Delegados e Delegadas de Pernambuco (Adeppe), Diogo Victor, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Álvaro Porto (PSDB), se comprometeu, nesta quarta (28), a solicitar do governo, por meio de ofício, o envio para a Alepe da Lei Orgânica da Polícia Civil em Pernambuco. Também assegurou que trabalhará para mobilizar a Casa para votar a regulamentação do texto.

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De acordo com Porto, a ideia é conversar com cada deputado para que a Lei seja analisada e possa chegar ao plenário. “A Lei Orgânica já foi aprovada nacionalmente e agora é preciso que seja regulamentada pela Casa, de modo a garantir o fortalecimento da Polícia Civil de Pernambuco e a segurança pública no estado”, afirmou. 

O deputado, que é policial civil, tem denunciado a falta de reconhecimento e de condições dignas de trabalho da categoria. “Temos apontado essa precariedade e é fundamental que esta realidade seja mudada. Ao mesmo tempo em que vemos policiais desvalorizados e desrespeitados, há registros da expansão territorial e organizacional do crime”, disse. 

A reunião do deputado com os presidentes do Sinpol e da Adeppe aconteceu em meio à mobilização de policiais e delegados em favor da modernização da Polícia Civil. As duas entidades pedem a regulamentação da Lei Orgânica, a modernização da investigação e da estrutura da Polícia Civil, de forma que a instituição possa enfrentar o avanço do crime organizado e das facções criminosas. 

A categoria quer também autonomia financeira e administrativa, regularização da carga horária, pagamento do reajuste de 33% – já reconhecido judicialmente -, e melhoria das condições de trabalho nas delegacias. Ontem (27), policiais e delegados fizeram manifestação no centro do Recife, foram até o Palácio do Campo das Princesas, mas informaram que não foram recebidos por representantes do governo.

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