Política

Waldemar Borges pede licença de 180 dias e Cayo Albino reassume vaga na Alepe

Rebeka Vilaça
Foto: Thomas Ravelly

O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) pediu licença da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) por um período de 180 dias. A decisão foi oficializada em publicação no Diário Oficial da Alepe desta sexta (12).

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De acordo com o documento, o parlamentar apresentou um atestado médico recomendando o afastamento das atividades parlamentares por seis meses. A licença passou a valer a partir de 9 de junho.

Os problemas de saúde também levaram Waldemar Borges a anunciar que não disputará a reeleição em 2026. Nos últimos meses, o deputado já vinha reduzindo sua participação nas atividades da Assembleia Legislativa e se afastando das sessões, embora frequentasse pontualmente a Casa.

Está é a segunda vez que o parlamentar se afasta do mandato. A primeira venceu esta semana e teve duração de dois meses. Porém, como o prazo deste novo pedido é superior a 120 dias, o regimento interno prevê a vacância da cadeira e a convocação do suplente.

Com o afastamento de Waldemar Borges, quem assume a vaga na Assembleia Legislativa é o primeiro suplente, Cayo Albino (PSB), que até recentemente estava exercendo o mandato, mas com a volta de Eriberto Filho (PSB) dentro do prazo eleitoral, precisou voltar à suplência. Neste período, o jovem garanhuense chegou a assumir a liderança da oposição. A convocação de Cayo vai para plenário na próxima segunda (15) e deve ser aprovada sem dificuldade. Só então, ele poder tomar posse.