
Com exceção da vice-governadora Priscila Krause (PSD), a montagem da chapa liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD) tem sido marcada por desgastes e indefinições, expondo a falta de habilidade do núcleo político do Palácio do Campo das Princesas na condução.
Após o conflito na escolha dos dois nomes para o Senado, a celeuma agora envolve as suplências de Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD). Até a última terça (11), estava encaminhada a indicação do vice-presidente estadual do PSD e da ex-deputada Dulci Amorim para as suplências do pessedista. O material com os três nomes, inclusive, já havia sido preparado.
Entretanto, o evento de anúncio foi adiado e, até agora, não existe nenhuma comunicação oficial por parte da coligação Pernambuco de Coração. O episódio reforça a impressão de que a dificuldade em alinhar decisões tem transformado a articulação política do grupo em uma fonte recorrente de turbulências para Raquel Lyra.
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Limite – Embora o prazo para a realização das convenções tenha terminado em 5 de agosto, os partidos têm até sábado (15) para encaminhar as atas ao Tribunal Regional Eleitoral. Até o fechamento desta coluna, a ferramenta virtual do TRE-PE não registrava nenhuma atualização sobre as suplências de Túlio Gadêlha (PSD).
Integrantes – Ao lado de Priscila Krause (PSD), Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), a governadora Raquel Lyra (PSD) vistoriou a obra de requalificação da antiga Fábrica Tacaruna, no Recife. Após a convenção, essa foi a primeira agenda pública com a formação da chapa majoritária completa.
Gesto – Após contabilizar perdas de apoios desde o rompimento político com o presidente da Alepe, Álvaro Porto (MDB), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, ontem (12), o respaldo dos prefeitos de Garanhuns e Bonito. O candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB), esteve presente, fortalecendo as adesões.
Migração – A prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba (PP), a vice-prefeita, Bia Numeriano (PP), e o deputado estadual Kaio Maniçoba (PP) anunciaram, ontem (12), apoio à candidatura de Miguel Coelho (UB) à Câmara Federal. O movimento faz parte do acordo entre União Brasil e PP, que firmou compromisso com o projeto de Miguel ao Senado.
Topo – Mendonça Filho não cresceu nas redes por acaso. O avanço apontado pela Social Blade mostra que, nos últimos meses, o candidato ao Senado pelo PL intensificou a comunicação na internet, com mais presença, linguagem direta e conteúdo assertivo. O movimento colocou o liberal na liderança do crescimento digital entre os nomes de Pernambuco que vislumbram uma cadeira na Casa Alta.
