
Durante entrevista à Rádio Jornal, a governadora Raquel Lyra (PSD) anotou alguns pontos do seu governo, dentre eles como estão se encaminhando as tratativas para as eleições deste ano. Ao ser questionada sobre a montagem de chapa para o Senado e sobre os possíveis nomes que orbitam ao seu lado, ela disse que, “muitas conversas acontecem e acontecerão todos os dias. As montagens de chapas acontecem em julho/agosto. A pressa que os outros têm, eu não tenho porque sou governadora”, disse ela.
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Questionada sobre conversas com Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB), ela evitou delimitar, mas confirmou que as articulações existem, “Tenho conversado com Miguel (Coelho), e com os partidos da nossa base”.
Indagada sobre como deverá ser a composição da sua chapa majoritária e se permanece com Priscila Krause (PSD) na vice, ela não cravou de imediato, mas destacou o trabalho e a parceria que funciona entre elas, “Priscila é minha parceira de governo. O que eu tenho para colocar agora é que nós temos até julho/agosto para formar a chapa. Priscila pode ocupar qualquer cargo, inclusive o que eu disputo”, disse a governadora.
A declaração também mexeu com as especulações de que Priscila poderia não vir como vice em 2026, tendo sido ventilado o nome do senador Fernando Dueire (MDB), como eventual opção para compor a chapa governista. Hoje, Krause e Raquel integram o PSD, e algumas legendas buscam formar chapas com mescla entre partidos políticos para que os projetos se acomodem melhor, como foi o caso das duas em 2022, quando Raquel era do PSDB e Priscila do Cidadania.












