
Durante entrevista à CNN Brasil, na manhã desta terça (9), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), abordou temas relacionados à gestão estadual e ao cenário político de 2026. Em determinado momento da conversa, ela foi questionada sobre declarações recentes do pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB), que afirmou ser alvo de uma espécie de “milícia digital” promovida pelo campo governista.
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Ao responder, a chefe do Executivo destacou sua trajetória política e afirmou que tem enfrentado ataques ao longo de sua vida pública, sobretudo, após o crescimento nas últimas pesquisas.
“Eu respondo com a minha trajetória, eu prezo pelo dinheiro público e respeito a confiança depositada pelo povo fazendo política do jeito certo, muitos imaginaram que isso não era possível, eu não tô aqui pensando nas próximas eleições. Do primeiro para o segundo turno mas eleições em 2022 e quando fui candidata a prefeita, recebi muitos ataques e estou recebendo com esse crescimento nas pesquisas inclusive, essa temperatura aumentou. Ataques de fake news, querendo me vincular a esquemas de corrupção. Podem falar o que quiserem de mim, mas não podem falar que sou desonesta”, disse.
Raquel também atribuiu parte das críticas e ataques recebidos ao fato de ser uma mulher vinda do interior do estado e ressaltou que situações dessa natureza têm sido tratadas judicialmente.
“Acredito muito que isso parte de quem acreditava que uma mulher do interior pudesse ter um governo que pudesse fazer entregas para a população. Nós vivemos uma cultura de machismo muito forte, com componentes de misoginia, e isso é para responder na justiça e estamos fazendo o acionamento judicial de perfis falsos e daqueles que buscam deturpar a realidade em busca de retomar o poder”, afirmou.


