Eleições 2026

João Campos recebe o apoio de 21 sindicatos rurais do Agreste

Redação
Foto: Edson Holanda

Nesta quinta (18), representantes de 21 sindicatos rurais do Agreste de Pernambuco declararam que vão marchar ao lado de João Campos (PSB) nas eleições deste ano. O apoio foi anunciado no Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (STR) de Bezerros, que ficou lotado para receber o pré-candidato a governador. Durante o evento, João falou da relação dos ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos com as lutas dessas entidades e firmou compromissos com as demandas do homem e da mulher do campo.

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“Nós vamos refundar e melhorar as estruturas da agricultura familiar. Eu sou da política, mas essas estruturas não podem trabalhar para a política. Elas têm que trabalhar para o povo. Eu faço uma reflexão sobre o IPA [Instituto Agronômico de Pernambuco], que está perdendo força na pesquisa, na extensão, em trazer novas formas e tecnologia para o campo e aumentar a produtividade e a ajuda à agricultura familiar. Então, a gente precisa reorganizar isso. Assim como Miguel Arraes criou o Chapéu de Palha, o Vaca na Corda, o programa de eletrificação rural e Eduardo Campos recriou o Chapéu de Palha, criou o Mãe Coruja e a maior rede de ensino integral, a gente vai estar aqui para dizer que esse time vai construir o futuro de Pernambuco e garantir que quem vai mandar no estado é o povo”, declarou.

Ao lado de todos os integrantes de sua futura chapa, João Campos reforçou que a Frente Popular é o palanque apoiado por Lula (PT) em Pernambuco e condenou a tentativa de grupos sem nitidez política de atacar o projeto abraçado pelo presidente. “É dessa forma que nós vamos seguir a nossa caminhada: juntando os homens e as mulheres que querem ver o nosso estado melhorar. Vocês não vão me ver falando mal das pessoas, falando mal de adversário. Eu não gosto de fazer política com raiva. Eu acho que a gente tem que fazer as coisas com alegria na vida. Tem um grupo aí que está desesperado. Há mais de um ano e meio que criaram uma rede de ódio, que ataca de manhã, de tarde e de noite. Mas vai ser igual a uma massa de bolo: quanto mais bater, mais a gente vai crescer e seguir libertando as pessoas”, completou.