
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), participou, na noite desta terça (16), do lançamento da “Frente das Oposições de Arcoverde”, no Sertão. O grupo une diferentes lideranças locais, como o presidente da Câmara, vereador Luciano Pacheco (MDB), as ex-prefeitas Madalena Britto, Erivânia Camelo e Rosa Barros e o ex-prefeito Julião Guerra. Durante o encontro, as lideranças presentes fizeram cobranças aos governos estadual e municipal e falaram da expectativa por um tempo de avanços reais, por meio da construção de um palanque forte para a Frente Popular na cidade.
“Estamos aqui com esse time que tem história, que tem lado, para dizer que vamos fazer muito por Arcoverde, porque vamos estar ao lado do povo. Nós estamos só começando essa caminhada. Ela vai ser travada nas ruas, conversando com as pessoas, fazendo a política escutar para entender onde está doendo, onde o sapato está apertando. A gente não vai deixar Pernambuco ficar parado, olhando da arquibancada e vendo que, quando tem um gol, não é a favor do nosso estado”, afirmou João.
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O pré-candidato voltou a exaltar a relação com Lula (PT), estabelecendo o compromisso com o povo mais pobre como uma similaridade fundamental entre o presidente e ele, assim como foi um marco nas trajetórias dos ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos. “Se alguém acha que o tempo bom foi quando Lula foi presidente e Eduardo foi governador, vocês não têm noção de como vai ser a partir de 2027, com esse time no governo, Lula lá em Brasília e nós botando o estado para moer a favor do Sertão. Vamos ganhar essas eleições junto com o povo”, discursou.
O presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, que recentemente sofreu uma tentativa de cassação atribuída a aliados do governo municipal, explicou que a Frente das Oposições terá o objetivo de cobrar a prefeitura e o Governo do Estado por promessas não cumpridas.
“Este evento é uma lavada no peito, porque foi aqui em Arcoverde que os covardes tentaram me derrubar e tirar de mim o mandato dado pelo povo. O tiro saiu pela culatra, porque saímos fortalecidos dessa perseguição. Só me deram mais força para ser um soldado desse projeto, que é defender o nome de João Campos”, declarou.


