Eleições 2026

Em Abreu e Lima, João Campos destaca entregas de prefeitos sem apoio estadual 

Redação
Foto: Edson Holanda

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) iniciou, nesta quinta (2), uma maratona de entregas ao lado de aliados políticos. Em Abreu e Lima, ele participou da inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) Vereador Elizeu Lopes, o 12º equipamento do tipo entregue pela gestão do prefeito Flávio Gadelha (PSB). Durante a solenidade, o líder da Frente Popular elogiou gestores municipais que vêm proporcionando ações efetivas à população mesmo sem apoio do atual governo estadual.

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“Eu queria lhe parabenizar, Flávio, pela 12ª unidade que você inaugura como prefeito da cidade. A gente sabe que não é fácil fazer uma gestão que entregue resultado e é preciso ter pessoas com capacidade de fazer. Eu fui prefeito do Recife e, em cinco anos e três meses, construí hospital, UPAs Especialidades, consegui expandir a rede no Recife e, enquanto isso, a gente viu o ritmo não ser acompanhado em Pernambuco. Pelo contrário, hospitais foram fechados, leitos foram reduzidos. As cidades estão fazendo sua parte, mas a gente não tem um estado fazendo a parte que lhe cabe”, disse.

João Campos citou outros municípios como exemplos de resiliência frente ao abandono da gestão estadual. “Amanhã nós vamos estar em Garanhuns, ao lado do pessoal do Ministério da Saúde, inaugurando o Hospital de Amor, que vai ajudar no tratamento de câncer, uma iniciativa do presidente Lula, do prefeito Sivaldo Albino. Vamos estar em Vitória fazendo mais um anúncio na área da saúde, ao lado do prefeito Paulo Roberto e do Ministério da Saúde. Enquanto o Governo do Estado não faz o dever de casa, a gente tem prefeitos competentes fazendo a sua parte. Mas vamos em frente e, muito em breve, um tempo muito melhor vai florescer em Pernambuco”, complementou.

No mesmo sentido, o prefeito Flávio Gadelha lamentou o descaso do Governo de Pernambuco com a Maternidade de Abreu e Lima, cedida pelo município para gestão estadual e ainda não reaberta. “Com esforço do município, a gente conseguiu restabelecer todos os serviços, com exceção da maternidade. A gente fez um convênio com o Governo do Estado. Simplesmente a gente não tem maternidade hoje por capricho político, porque a prefeita de Igarassu disse que a maternidade estadual tinha que ser aberta no seu município porque ela apoiou a governadora Raquel. E o pior é a governadora aceitar. Não nasce criança em Itapissuma, não nasce criança em Igarassu, não nasce criança em Abreu Lima e não nasce criança em Paulista por capricho político, mas está bem perto de essa história mudar”, disse.