
Após afirmar, no Baile Municipal do Recife, que a política é feita por pessoas que “têm lado”, fazendo um reconhecimento público a Silvio Costa Filho, Marília Arraes e Miguel Coelho, que pleiteiam uma vaga para o Senado na chapa da Frente Popular, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), voltou a falar sobre a disputa entre seus aliados.
Clique aqui, inscreva-se e ative o sininho.
Durante coletiva numa agenda em Afogados, no fim da manhã desta segunda (9), o gestor reafirmou o que disse no último sábado (7), apontando que esses três nomes estarão caminhando com ele em outubro.
O problema é que o partido de Miguel, que tem registrado encontros quase que semanais com João, reforçando a imagem da dupla, faz parte de uma federação com o Progressistas e, em Pernambuco, o acordo nacional entre Ciro Nogueira e Antônio Rueda é de que o grupo será liderado pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP).
Questionado se para manter essa aliança o ex-prefeito de Petrolina precisaria deixar o União Brasil, uma vez que a liderança é de Dudu, João pontuou que a federação ainda não foi homologada e que acredita na condução de Miguel nesse processo.
“Existe uma federação e, a partir do momento em que ela é homologada pelo TSE, que ainda não foi, ela passa a ter o comando unificado. Então, quem estiver no PP ou União, a decisão que a federação tomar vai ter que ser seguida pelo conjunto de partidos. Eu disse aqui e reafirmo: eu acredito na condução de Miguel Coelho dentro da federação”, disse o gestor e pré-candidato ao Governo.













