
Em seu discurso de filiação ao Podemos, Gilson Machado Neto fez duras críticas ao PL de Pernambuco, legenda que integrava anteriormente.
“Eu não vou estar em um lugar que não me cabe. O partido não tem uma prefeitura em Pernambuco. Pelas redes sociais, parece que não temos candidato à Presidência da República. Então, para não criar confusão, preferi sair. Todo mundo sabe que fui presidente do partido no Recife, fiz várias ações aqui e fui destituído pela mídia e sem assinatura do presidente Bolsonaro”, declarou.
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Gilson também afirmou que tinha o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o Senado por Pernambuco, mas, segundo ele, acabou sendo preterido pela direção estadual da sigla.
“Eu vou ser deputado federal aqui em Pernambuco pelo Podemos e vou ser o deputado mais votado da história de Pernambuco, porque eu sou leal, não baixo a cabeça. Sou muito mais útil à causa se tiver um mandato de deputado federal. Então está definido”, afirmou.
O ex-ministro ainda comentou as recentes saídas de políticos do PL e defendeu uma reorganização interna da legenda.
“Eu não torço contra o PL, torço para que ele se reorganize. Por exemplo, não faz sentido um partido que tem quatro vereadores eleitos não ter um diretório municipal ativo. Está inativo em ações e não há uma menção a Flávio Bolsonaro, que é candidato à Presidência, depois de três meses de campanha”, finalizou.














