
Após não conseguir superar a cláusula de barreira, o PDT iniciou articulações para uma federação, fusão ou incorporação com outros partidos. A preferência da legenda é por uma aliança com o PSB. O presidente nacional da sigla, João Campos, ainda não se manifestou oficialmente.
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O diretório nacional do PDT aprovou uma resolução que permite que a executiva nacional avance nas negociações. A decisão deixa as três alternativas em debate, sem estabelecer ainda qual modelo de união será adotado.
O PDT está entre as 16 legendas que não alcançaram os requisitos necessários para manter o acesso ao fundo partidário e à propaganda gratuita no rádio e na televisão. Esse desempenho não impede a sigla de disputar eleições e continuar existindo, mas ameaça os recursos que são utilizados para manter seu funcionamento.
O Tribunal Superior Eleitoral deve divulgar a lista dos partidos e federações que cumpriram os requisitos em janeiro de 2027. Enquanto isso, todas as mudanças podem alterar o quadro, mas, no caso de uma federação, essa configuração só pode ser alterada caso a aliança seja comprovada pelo TSE antes do início dos trabalhos do Congresso Nacional no ano que vem.
Todas as alternativas discutidas pelos pedetistas possuem efeitos diferentes. No caso de uma federação, as siglas preservam suas identidades, mas precisam atuar juntas em todo o país por pelo menos quatro anos. Já na fusão, os partidos dão origem a uma nova legenda, enquanto, na incorporação, uma sigla é absorvida por outra.

