
Em meio à repercussão nacional de polêmicas envolvendo a administração municipal e de ações mais incisivas da oposição no Recife, o prefeito João Campos (PSB), que é considerado pré-candidato a governador afirmou que não se sente “preocupado” com o assunto.
Recentemente, foram pautas em veículos de alcance nacional, um caso de nomeação de PCD na Procuradoria do Recife, além de um pedido de impeachment feito pelo vereador Eduardo Moura (Novo), que tem uma atuação muitas vezes controversa, mas vem sendo uma verdadeira pedra no sapato do gestor que, ainda assim, aparece em alta nas intenções de voto para o Governo de Pernambuco.
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Durante inauguração do novo Parque Alagável Campo do Sena, no Barro, nesta quarta (7), ao ser questionado pelo Blog Cenário durante coletiva de imprensa, João Campos disse que tem um irmão com deficiência e não admite o uso político da pauta.
“A causa da pessoa com deficiência é uma causa de vida que eu tenho. Tenho um irmão com Síndrome de Down, que eu amo muito e sei bem como é importante a gente ter um trabalho relativo a isso. Todo esse debate se deu entre duas pessoas com deficiência, uma decisão administrativa reconhecendo o direito de uma pessoa que tem autismo, reconhecido pelo Tribunal Regional do Trabalho, e uma pessoa com deficiência física que se sentiu prejudicada, que entrou com pedido de reconsideração e de forma imediata foi analisado e deferido pela procuradoria”, disse o gestor.
“Agora, isso vai ser discutido na Justiça. O que não dá é ver isso sendo tratado com oportunismo ismo eleitoral, chegando eleitoral chegando de eleição, nossos nomes aparecem de forma importante nas pesquisas e algumas pessoas acham que vale o jogo do vale-tudo”, seguiu.
“Eu não admito que utilizem a causa de pessoa para querer atacar uma gestão que tem respeito com as pessoas com deficiência, que aumentou em mais de cinco vezes o atendimento na saúde para essas pessoas […]. Eu não admito que façam uso político indevido de uma causa tão importante”, completou.
Sobre o pedido de impeachment feito por Eduardo Moura, o gestor garantiu que confia na responsabilidade da Câmara Municipal para arquivar a matéria protocolada. “Eu tenho absoluta confiança na Câmara de Vereadores, que não vai se deixar levar por nenhuma irresponsabilidade eleitoral”, finalizou.













