
Embora haja uma sinalização de que o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) formarão a chapa ao Senado da governadora Raquel Lyra (PSD), a composição ainda não está definida.
No PSD, o senador Fernando Dueire trabalha para viabilizar sua permanência, enquanto, na Federação União Progressista, o impasse entre Eduardo da Fonte (PP) e Miguel segue sem solução. Enquanto a base governista ainda busca fechar a chapa, os adversários avançam.
Já anunciados por João Campos (PSB), Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) fortalecem suas pré-campanhas em agendas públicas e, por ora, são os principais beneficiados pela indefinição no campo governista.
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Visibilidade – Enquanto Raquel Lyra (PSD) não oficializar a chapa, Túlio Gadêlha (PSD) e Miguel Coelho (UB) seguem em desvantagem. Impedida pela legislação eleitoral de participar de inaugurações, a governadora também deixa de dar aos dois pré-candidatos ao Senado na vitrine que vinham aproveitando.
Impulsionamento – A avaliação no campo governista é de que os candidatos ao Senado apoiados pela governadora Raquel Lyra (PSD) tendem a ganhar fôlego nas pesquisas após a oficialização da chapa. Hoje, o deputado Túlio Gadêlha (PSD) e o ex-prefeito Miguel Coelho (UB) aparecem oscilando entre a segunda e a quarta colocação nos levantamentos.
Inclusão – Com a presença do prefeito Mano Medeiros (PSD), a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes inaugura hoje (8) a Casa Laços que Acolhem, equipamento voltado ao acolhimento, orientação e apoio às famílias atípicas do município. A iniciativa busca ampliar a rede de atendimento e oferecer suporte especializado.
Embate digital – A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) e o ministro Guilherme Boulos trocaram acusações ontem (7), nas redes sociais, em mais um capítulo das divergências públicas entre os dois. Ela chegou a colocar o deputado licenciado na mesma prateleira de parlamentares bolsonaristas, a exemplo de Nikolas Ferreira (PL-MG).
Projeção – Para o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, a disputa presidencial ficará entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD). Na avaliação do cacique partidário, o senador Flávio Bolsonaro (PL) seria derrotado em um eventual segundo turno contra o atual chefe do Planalto.
